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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cuidados com higiene dos cavalos auxiliam na saúde do animal

Os cavalos necessitam de higienização frequente e adequada, quer estejam no estábulo ou no campo, para que permaneçam sempre saudáveis. E isso implica cuidar da pele, pelos e pés do animal.
Os benefícios de uma boa higiene incluem:
•Eliminação da sujidade;
•Proporciona relaxamento ao animal;
•Ajuda a tonificar os músculos;
•Ativa a circulação;
•Aprofunda a relação de confiança entre o cavaleiro e cavalo.

Na loja virtual da GloboVet você encontra, por exemplo, shampoo repelente natural à base de citronela. Que repele insetos durante o banho, além de promover excelente brilho e maciez à pelagem. Altamente concentrado, que resulta em rica espuma sem ressecar os fios.
Em se tratando de dores musculares e contusões o gel Linimex -Linimento Veterinário, cuja sua principal característica é a rubefaciencia que estimula a circulação do local afetado, acelerando o processo natural de regeneração, além de aliviar rapidamente as dores e atenuar articulações inchadas. Sendo indicado para Equinos, Bovinos, Suínos, Caninos, Caprinos e Felinos.
Já o shampoo Anil é especialmente elaborado para a pelagem clara. O uso constante devolve a brancura original em função da mesma ficar amarelada com tempo. 
•Limpa e Higieniza a pelagem
•pH neutro
•Uso em Eqüinos, Bovinos e Cães

Além desses produtos você encontra o abrilhantador, vita casco, shampoos, bálsamo e muitos outros produtos para deixar seu animal limpo e saudável.
Lembre-se que uma alimentação balanceada combina com a prática de atividades fisícas adequadas ao animal. Além de mante-lo longe de estresse e proporcionar bem estar. Realizar exames periodicos e manter as vacinas em dia.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Capacitação orienta criadores de caprinos

Sebrae disponibiliza cursos durante a Festa do Bode, que começa nesta sexta-feira (10)


Natal - Das 405 mil cabeças do rebanho de caprinos do Rio Grande do Norte, mais da metade está concentrada no Oeste do estado. Pela importância econômica, a região sediará mais uma edição da Festa do Bode, que terá início nesta sexta-feira (10) e seguirá até domingo (12), no Centro de Comercialização Armando Buá, em Mossoró. Parceiro na organização do evento, o Sebrae no Rio Grande do Norte desenvolverá uma programação diferenciada, com foco na capacitação dos criadores, por meio do Projeto Aprisco.

A proposta é elevar o padrão de qualidade dos animais potiguares e estimular o potencial existente na atividade. Serão promovidos minicursos, palestras e seminários, em que serão debatidos e apresentados os mais atuais temas relativos à atividade, como doenças, ordenha, manejo e técnicas de melhoramento genético. Todas as atividades serão realizadas em parceria com a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).

“Temos um rebanho muito representativo e precisamos promover algumas melhorias. Esse processo já é feito com as ações do Projeto Aprisco, mas, durante a Festa do Bode, intensificaremos o trabalho junto aos criadores, como forma de melhorar a qualidade dos animais”, informa o gestor do Projeto Aprisco do Sebrae no estado, Vamberto Torres.

Na sexta-feira (10), os criadores poderão participar do Seminário da Cadeia Produtiva da Caprinocultura, que ocorrerá das 8h às 11h30 e discutirá os temas Prejuízos da mastite e importância da ordenha higiênica da caprinocultura leiteira, Boas práticas agropecuárias de ordenha e Alimentação de caprinos e ovinos. Também serão realizados três minicursos sobre manejo sanitário de caprinos leiteiros e inseminação artificial.

Além de todas as atividades de cunho técnico, a Festa do Bode terá leilões e exposição de animais, torneios leiteiros, desfiles de animais e shows. O evento é realizado pela Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos de Mossoró, com apoio do governo do estado.

Desde 2005, o Sebrae no Rio Grande do Norte aposta na qualificação dos criadores para expansão da atividade no estado, por meio de projetos de apoio ao produtor rural. O principal deles é o Aprisco, que atende a 800 criadores de cidades situadas nas regiões Oeste, Sertão Cabugi, Seridó e Trairi.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Mosca-de-estábulo ameaça produtividade pecuária

Pecuaristas da região sul do estado ainda continuam preocupados com os ataques da mosca-de-estábulo em suas propriedades e temem a perca da produtividade. No mês passado, foi realizada uma reunião no Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul com representantes da Usina Agro Energia Santa Luzia, que seria o foco do problema por causa dos resíduos vegetais na produção de açúcar e de etanol.
Segundo o produtor rural Milton Barbosa Bueno, a infestação está acabando com a produção leiteira. “Já morreram muitos animais. Antes a produção em minha propriedade era de 600 litros, agora está no patamar de 275”, argumenta. Milton diz ainda que se continuar nesse ritmo, terá que demitir funcionários. “O coeficiente aceitável é de 400 litros, abaixo disso se torna desvantagem para mim”, lamenta.
Apesar da infestação e constantes ataques aos animais, os produtores afirmam que, após a reunião, já houve melhora. “Eles [usina] tamparam algumas lagoas [de resíduos], mas as moscas ainda continuam atacando os animais”, diz Milton.
A explicação para isso, segundo o Gerente de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da Usina Santa Luzia, Valmir Viana, é que houve um período de chuvas em junho, somado à temperaturas ideais - entre 15 e 30 graus, propiciando a proliferação do inseto. “Essa mosca que continua atacando os animais está na fase adulta, já que essa espécie tem expectativa de vida de 30 dias”, afirma Valmir.
O gerente argumenta ainda que as equipes da Usina já identificaram os pontos em que a absorção do solo não conteve a vinhaça despejada e garante que as 'lagoas' de resíduos foram eliminadas, mas que este trabalho depende também dos produtores. “É preciso um trabalho de eliminação e organização da matéria orgânica do gado, que também é propícia para a procriação da mosca”, explica.
Com o tempo seco, trabalho em conjunto entre usina e produtores, os ataques da mosca tendem a diminuir, mas de acordo com Valmir, é necessário continuar com as medidas de precaução em todos os períodos do ano, pois a mosca já se adaptou ao clima da região e é preciso manter o controle para evitar prejuízos à produção pecuária. 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Evolução das vendas de sêmen bovino nos últimos quatro anos

O Laço - Solução Definitiva Para o Seu Rebanho, possui a ferramenta cadastro de sêmens. Com ela, você poderá fornecer informações sobre o doador do sêmen tais como: código, nome, espécie, raça, etc., bem como o estoque disponível do sêmen e o valor da dose, entre outras vantagens que só o Laço pode oferecer.


Analisamos a evolução da inseminação artificial nos últimos anos, de acordo com os dados do Index da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA).

Considerando a participação de sêmen de bovinos de corte e leite, em 2011, foram vendidas 11,91 milhões de doses.

Desde 2008, quando foram comercializadas 7,46 milhões de doses, o crescimento é de 59,6%.

Para as raças de corte, o incremento nas vendas foi de 88,1%, neste período. Para as raças leiteiras o aumento na comercialização foi menor, 30,7%.

Os negócios com sêmen nacional e importado tiveram comportamento praticamente semelhante.

De 2008 a 2011, as vendas de sêmen nacional cresceram 59,9%, enquanto para o produto importado aumentaram 59,1%.

O bom desempenho da inseminação artificial se justifica pelo investimento na cria. Houve retenção de matrizes de 2007 até 2010, o que proporcionou bom volume de fêmeas em idade reprodutiva nos pastos.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mercado de suíno tem valorização significativa

Suinocultor viu suas margens se estreitarem este ano, mas o mercado dá sinais de recuperação, com alta de 41% em quinze dias.

O mercado do suíno esta se recuperando.
Depois de atingir um dos menores preços já registrados no final da primeira quinzena de julho, em valores deflacionados, o valor recebido pelo suinocultor vem aumentando e em quinze dias a valorização foi de 41%, alcançando os atuais R$52,00/@.
A suinocultura passa por uma forte crise.
Os custos de produção aumentaram de forma significativa ao mesmo tempo em que os preços caíram, em função da restrição às exportações para alguns países e aumento de rebanho, pressionando as margens.
Recentemente o Governo anunciou medidas de socorro à atividade, como uma linha de crédito especial e prolongamento dos prazos de financiamento.
Apesar da recuperação, o atual valor do animal vivo ainda está 4,0% menor que o de um ano atrás.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Minas avalia programa para melhorar a qualidade do leite

A proposta de um programa destinado a melhorar a qualidade do leite em Minas Gerais foi apresentada nesta quinta-feira (26), em Belo Horizonte, pela Câmara Técnica Setorial de Bovinocultura de Leite do Conselho Estadual de Política Agrícola (Cepa), criada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O secretário Elmiro Nascimento disse, na reunião, que o programa deve trazer grandes benefícios à economia do Estado, primeiro no ranking nacional de leite com uma produção da ordem de 8 bilhões de litros por ano.

“As ações incluídas no Programa Mineiro de Melhoria da Qualidade do Leite atendem à evolução de uma atividade tradicional do Estado, espalhada por praticamente todos os municípios”, acrescentou. “Por sua importância, o segmento e o produto devem ser fortalecidos e preservados, principalmente por meio de parcerias”.
Neste caso, os parceiros são instituições como a Emater-MG e IMA (vinculadas à Seapa), Embrapa Gado de Leite, universidades e outros órgãos dos segmentos público e privado. Após aprovação, o programa será desenvolvido com a coordenação do governo de Minas por meio de ações básicas para a melhoria de infraestrutura, educação e outras.        

Agregação de valor

De acordo com o coordenador da Câmara Técnica de Leite, Carlos Eduardo Ferreira, os primeiros efeitos do programa devem ser a agregação de valor ao produto e o aumento de renda para o produtor. “Como o objetivo é dar condições para o processamento de produtos lácteos de excelência, as indústrias deverão gerar informações que facilitem a produção de leite de qualidade superior”, explica.
Ferreira ressalta que a proposta é começar com a adoção, nas fazendas, de medidas simples, como a limpeza dos equipamentos e instalações, higiene dos trabalhadores e um melhor tratamento aos animais. Esses cuidados, segundo o coordenador, deverão ser adotados sempre com a orientação dos técnicos. “São ações fundamentais para a obtenção de um produto que possa ter melhor aproveitamento na indústria.” 

O diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios de Minas Gerais (Silemg), Celso Cota Moreira, também destaca o papel das processadoras como difusoras das boas práticas de produção nas propriedades, tarefa que deve ser compartilhada pelas demais instituições que integram a câmara técnica e participaram da elaboração do programa. 

Ele acrescenta que o Programa Mineiro de Melhoria da Qualidade do Leite foi inspirado principalmente nas fazendas da Nova Zelândia, onde as mudanças começaram com a higienização pessoal, dos equipamentos e dos animais. Depois foram agregados outros fatores de qualidade à produção do leite até o produto apresentar condições para melhor aproveitamento nas processadoras.

Importância da água

Para o coordenador do grupo que elaborou o Programa Mineiro de Melhoria da Qualidade do Leite, José Rinaldi Brito, “a utilização sustentável da água nas propriedades é providência básica e indispensável”. Está prevista inclusive a definição do volume necessário, em cada propriedade, para o consumo por vaca, limpeza de equipamentos, instalações e animais, além da geração, pelo programa, de outras informações referentes ao uso sustentável da água.”
De acordo com Brito, por meio do programa serão criados plantões técnicos, possivelmente na Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, para atendimento aos produtores, industriais, técnicos e extensionistas. As questões serão encaminhadas por intermédio de um site.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Nelore: Orgulho nacional

Conforme Hermes Botelho de Campos, presidente da Associação dos Criadores de Nelore de Mato Grosso (ACNMT), a raça passou por intenso melhoramento genético no Brasil, sendo direcionada quase que exclusivamente à produção de carne, embora na sua origem tenha sido utilizada para a exploração leiteira.
Estima-se que o Brasil possui um rebanho com mais de 165 milhões de bovinos de corte e leite criados a pasto, dos quais 80% do gado de corte é Nelore ou anelorado, o que equivale a mais de 100 milhões de cabeças. Este é o retrato de um trabalho que deu certo, a partir do desenvolvimento de know-how tecnológico próprio e ganhos progressivos de excelência em qualidade, ao natural, em plena harmonia com o meio ambiente.
Em Mato Grosso, do total de cerca de 30 milhões de cabeças de gado que há, mais de 90% são Nelore, o que significa que os criadores de animais dessa raça têm grande parte da responsabilidade pelo saldo positivo como maior rebanho bovino comercial do Brasil. Segundo Hermes Botelho esse é um número expressivo para a avaliação do nível genético do gado produzido pelos pecuaristas do Estado. “O nosso gado é um dos melhores do Brasil e a força do setor pecuário, onde detemos o maior rebanho e o somos o maior produtor de carne, é consequência disso”.
Na 48ª Expoagro de Cuiabá, mais de 200 animais foram escritos no Ranking Estadual da Raça Nelore de Mato Grosso, organizado pela ACN/MT, com apoio da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), do Fundo de Apoio à Bovinocultura de Corte (Fabov) e da Biogénesis-Bagó. Trata-se de uma etapa obrigatória para os criadores e expositores inscritos contarem pontos na classificação geral de seus animais. O Ranking Estadual está sendo realizado em 20 exposições agropecuárias de Mato Grosso e a de Cuiabá é uma etapa obrigatória para os criadores e expositores inscritos contarem pontos na classificação de seus animais. Este ano, cada animal inscrito terá que pontuar obrigatoriamente em 05 feiras ranqueadas e em outras 03 exposições para também receber pontuação. As etapas obrigatórias são a Expoinel (Cuiabá), Expoagro (Cuiabá), Exporriso (Sorriso), Exposul (Rondonópolis) e Exponop (Sinop).
Os títulos de Melhor Criador e Melhor Expositor da 48ª Expoagro ficaram com a fazenda Arrossensal Agropecuária  e Ind  S/A, do Grupo Camargo. Instalada no município de Nortelândia, a 253 km de Cuiabá, a fazenda se destaca ainda como exemplo de aplicabilidade do bem-estar animal. Há mais de 20 anos não utilizam  sequer o laço no manejo dos bovinos. Para se ter uma idéia da preocupação com essa prática positiva, de acordo com diretor de pecuária do Grupo, Luiz Antônio Felipe, não é permitido nem a entrada de cavalos nos currais, os tratadores desenvolvem as atividades a pé mesmo. “Desde o nascimento, desenvolvemos um trabalho com objetivo de permitir que os animais se tornem mais dóceis, assim garantimos bons resultados no futuro”. Segundo  Felipe, já fazem mais de 400 dias que não é registrado nem um acidente de trabalho nas propriedades que  administra. O que mostra perfeita interação entre homem e animal. A fazenda possui 14 mil cabeças de gado,  sendo 1.200 puros de Origem (PO).
Neste início de agosto, entre 2 e 12, a raça Nelore define a programação para GrandExpo Bauru 2012. Este evento deve superar os números da edição anterior. Em 2011 a exposição destacou-se pela receptividade que proporciona aos criadores e tratadores, bem como o conforto que oferece aos animais, recebendo quase 600 exemplares da raça Nelore.

De acordo com Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Nelore brasileiro, além de ser um patrimônio legitimamente nacional, como o carnaval, o futebol, a caipirinha e o churrasco, pode ser considerado como a grande vitória da carne brasileira, exportada para mais de 146 países e cada vez mais demandada por consumidores esclarecidos de todo o mundo.

História

Atrajetória que transformou o Ongole indiano no Nelore brasileiro começa na primeira metade do século XIX, data dos primeiros registros de desembarque no país de zebuínos originários da Índia. A história descreve que a primeira aparição do Nelore no país teria ocorrido em 1868 quando um navio, que se destinava à Inglaterra, ancorou em Salvador com um casal de animais da raça a bordo. A raça Nelore foi então se expandindo aos poucos, primeiro no Rio de Janeiro e, em seguida, São Paulo e Minas Gerais. Em 1938, com a criação do Registro Genealógico, começaram a ser definidas as características raciais do Nelore.
As duas últimas e significativas importações de reprodutores Nelore aconteceram entre os anos de 1960 e 1962. Nesse período desembarcaram no país, em Fernando de Noronha, onde foram submetidos a quarentena, grandes genearcas como Kavardi, Golias, Rastã, Checurupadu, Godhavari, Padu e Akasamu que são a base formadora das principais linhagens de Nelore.