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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

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Boas práticas de identificação animal será um dos temas do curso de capacitação em confinamento da Assocon


Pelo terceiro ano consecutivo a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) oferece capacitação em confinamento para peões, capatazes, gerentes, administradores rurais e pecuaristas nas principais regiões de gado de corte do Brasil. A primeira etapa de 2012 acontece em Goiânia de 13 a 17 de fevereiro, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) com aulas apostiladas e um dia de prática num confinamento da região.
Uma das empresas participantes do conteúdo programático do curso será a Allflex que vai trabalhar o tema sobre Boas Práticas de Identificação Animal. “O foco da apresentação será o fomento do manejo correto para a identificação dos animais, proporcionando a identificação segura, prática e eficaz. Serão abordadas as técnicas de organização e realização do trabalho de identificação animal, ressaltando a importância da identificação animal no sistema de produção pecuário”, informa o zootecnista Mauricio Antonicheli, supervisor de contas chaves da Allflex e o palestrante deste temário em todas as etapas do curso.
Antonicheli destaca que a atividade de confinamento de bovinos demanda análises e tomada de decisões dinâmicas, e a identificação individual dos animais é a base para qualquer sistema de registro de informações e mensurações zootécnicas. Proporcionando grande importância ao tema de identificação animal na atividade de confinamento.
Com a identificação individual dos animais é possível manter registros sobre as condições de criação e mensurar o desempenho dos rebanhos, sendo uma ferramenta fundamental para aumentar a eficiência na atividade pecuária.
“Somos parceiros da Assocon desde o inicio de suas atividades, e entendemos que para o desenvolvimento, crescimento e profissionalização constante da atividade pecuária é fundamental a atuação da associação. Com esse compartilhamento de conhecimentos conseguimos potencializar e fomentar a difusão de técnicas e conceitos atuais para otimizar a produção animal”, finalizou.
É fato que a cada ano, o número de interessados em participar desta qualificação vem sendo crescente. Conforme dados anunciados pelo presidente da Assocon, Eduardo Alves de Moura, nos dois primeiros anos de curso, o grau de aproveitamento e satisfação registrado foi superior a 95%.
“Na soma dos dois anos de qualificação realizados a Assocon registrou 280 atendidos, sendo 120 capacitados no curso de 2010 e outros 160 na temporada de 2011, com uma média de 30 participantes por etapa e para 2012 a nossa expectativa é de capacitarmos entre 200 e 250 profissionais”, adiantou Moura.
Cinco etapas - Após a etapa de Goiânia o curso prossegue para o município de Jataí (GO) nos 27 de fevereiro a 02 de março. Em Barra do Garças (MT) o curso será realizado de 26 a 30 de março, em Três Lagoas (MS) dos dias 16 a 20 de abril e, em Paraíso do Tocantins (TO), dos dias 28 de maio a 1º de junho.  

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Proposta de estatal nacional de extensão rural seguirá para Planalto

Há 11 anos no mercado o Laço chega a sua versão 3.0 consolidado no sistema de controle de rebanhos mais completo e objetivo do mercado agropecuário no Brasil

A subcomissão do leite, criada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, vai pedir à presidente Dilma Rousseff a criação de uma empresa brasileira de extensão rural, com o objetivo de formar produtores rurais e capacitá-los para utilizar pesquisas e tecnologias de ponta em suas propriedades.

De acordo com o presidente do colegiado, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), há um consenso entre os membros da cadeia produtiva sobre a necessidade de investimento na implementação das pesquisas. "Estamos encaminhando para a presidente Dilma uma proposta de criação de uma empresa nacional de extensão rural, porque as tecnologias são desenvolvidas na Embrapa, mas essa pesquisa não está chegando ao produtor", afirmou.

O Brasil possui, segundo Sávio, uma média de produção de leite por vaca ainda muito baixa. "Há conhecimento científico para mudar a situação." Cada vaca brasileira produz, em média, 1.690 litros por ano, enquanto a média anual argentina, por exemplo, é de 5.270 litros anuais, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O relator da subcomissão, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), disse que deveria haver um técnico agrícola para cada 100 produtores rurais enquanto a proporção atual é de um para cada 1.200. "O produtor rural brasileiro tem de continuar reduzindo, até 40%, o custo da porteira para dentro. Temos de investir maciçamente em extensão rural."

A Empresa Brasileira de Extensão Rural (Embrater) foi extinta em 1990 pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello. Em 2003, foi criado o Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater), órgão do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), para regulamentar a extensão rural e formar novos agentes.


Qualidade do leite


Uma norma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicada no fim de 2011, diminuiu o impasse entre governo e produtores sobre a qualidade do leite no país. O tema também foi debatido nas reuniões da subcomissão ao longo do ano passado.

A Instrução Normativa 62/11 determinou que o leite produzido nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste pode ter até 600 mil bactérias por mililitro. O valor anterior era de, no máximo, 750 mil. A quantidade de bactérias será diminuída gradativamente até chegar ao limite mínimo de até 100 mil. No Norte e Nordeste do país, as novas exigências começam a ser cobradas em janeiro de 2013.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária Substituto do Ministério da Agricultura, Ênio Antonio Marques Pereira, a qualidade do leite deve ser garantida com um trabalho conjunto da cadeia produtiva e dos poderes públicos, para auxiliarem com estradas e energia elétrica para as fazendas.

O presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo SantAnna Alvim, também ressaltou a necessidade de uma maior participação do poder público para garantir a qualidade do leite. Ele afirmou que para permitir que a entrega seja feita a cada 48 horas é necessário garantir a infraestrutura para escoar a produção de leite.

A Instrução Normativa 51/02 do ministério previa inicialmente uma redução do limite de Contagem Bacteriana Total (CBT) para 100 mil por mililitro em julho de 2011, depois o prazo foi prorrogado para janeiro de 2012 e, agora, depois da pressão dos produtores, passou para 2016.

FONTE : Agência Câmara

Anvisa publica cartilha com orientações para trabalhadores rurais

Totalmente ajustável ao tipo de negócio do criador, o Laço visa garantir sempre a maior produtividade e lucratividade do rebanho aliado ao acompanhamento preciso da saúde de seu animal.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou uma cartilha com orientações para trabalhadores rurais que trabalham com agrotóxicos. O objetivo é que eles saibam como evitar intoxicações.
De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmcaológicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em 2009, foram registradas 188 mortes por agrotóxicos e 11.641 casos de intoxicação. O agrotóxico de uso no campo é a segunda causa de intoxicação no país, ficando atrás apenas dos medicamentos, que somaram 26.540 registros no mesmo ano.
A cartilha cita quais são os principais sintomas de intoxicação aguda, seja pela respiração, boca ou contato com a pele, e como a pessoa deve agir. Alguns dos efeitos são inchaço no corpo, alergias, dor de cabeça, câimbras, vômitos, dificuldade de respirar e irritação na pele.
Nos casos agudos, a contaminação pode provocar impotência, aborto e depressão. O material orienta o agricultor a comprar o agrotóxico seguindo as recomendações de um agrônomo, que vai indicar a substância adequada para o tipo de plantação e a dose certa. Outras dicas são sobre o transporte, armazenamento e descarte correto das embalagens.
De acordo com a Anvisa, 20 mil exemplares da publicação foram distribuídos para as vigilâncias sanitárias estaduais, a Associação Brasileira de Supermercados, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e os ministérios da Agricultura e Saúde. A cartilha também está disponível no site da Anvisa.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Estação de monta aumenta produção

O Laço entende que além do criador conhecer sobre seu rebanho e seu ambiente criatório, é necessário também conhecer sua reprodução, suas características raciais, seu comportamento e suas necessidades nutricionais.

Bezerros paridos nos meses mais secos do ano são mais pesados e nascem em maior número

PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Muitos pecuaristas pensam que deixar a tourada solta ao longo do ano como garantia de bezerros nascendo todo o tempo é a melhor estratégia, mas a Embrapa desaconselha essa prática em função da sazonalidade na produção de forragens e oferta de alimentos. Para os pesquisadores, o melhor a fazer é adotar a estação de monta, período entre novembro e janeiro que propicia melhores condições para a prenhez, animais mais pesados e produção maior.
Temos recomendado a estação de monta como forma de adequar o período de maior produção de alimento para que os animais apresentem um desempenho melhor e uma consequente produção de bezerros adequada - afirma Paula Miranda, médica veterinária da Embrapa Gado de Corte.
A estação de monta recomendada começa em novembro e vai até janeiro, período quando ocorre a maior concentração de chuvas e, consequentemente, a maior oferta de alimento para os animais. Segundo ela, o fornecimento adequado de pastagens para as matrizes facilita para que elas se apresentem férteis durante a estação de monta e venham a emprenhar durante esse período.
Existe também uma diferenciação entre o manejo das vacas adultas e das novilhas. É recomendado que as novilhas entrem na estação antes das vacas adultas. Primeiro, para aproveitar o maior período de libido dos touros. Em segundo lugar, porque as novilhas têm uma oportunidade maior de se recuperar após o parto para entrar na estação de monta do ano seguinte e emprenhar - explica a médica veterinária.
Já o planejamento da estação de monta deve ser feito para o ano inteiro. Paula diz que cerca de três meses após o final da monta, o produtor deve fazer o diagnóstico de gestação das vacas para fazer uma seleção das que não emprenharam. Formando um lote dos animais que emprenharam, ele tem condições de fazer um planejamento alimentar adequado.
Além disso, ele deve fazer o exame andrológico dos touros para saber quais deles entrarão na próxima estação de monta, deve também fazer uma reserva de forragem para oferecer às novilhas prenhas - orienta.
A entrevistada conta ainda que a Embrapa Gado de Corte já realizou alguns trabalhos que demonstraram que os bezerros nascidos nos meses mais secos do ano, oriundos da estação de monta, são mais pesados. Além disso, a produção conta com maior número de bezerros nessa época quando comparada aos bezerros nascidos em outros períodos do ano.


Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=4&idnot=76406

Inseminação artificial em bovinos oferece muitas vantagens mais ainda é pouco utilizada


O programa Laço é o melhor aliado na arte de criação de rebanhos independente da espécie e da raça.


Apesar das vantagens genéticas e econômicas oferecidas ao produtor, a inseminação artificial em bovinos de leite e de corte, no Brasil, ainda é pouco utilizada, mas vem crescendo aos poucos. Apenas 10% dos rebanhos brasileiros são inseminados artificialmente.
É o que afirma o veterinário Felipe Rocha Escobar, gerente técnico da SelectSires, a maior empresa do mundo, no ramo da inseminação artificial bovina, e que, há um ano, comprou a gaúcha Semeia Genética, que tem como objetivo, em 2012, ampliar sua atuação, na melhoria da genética de gado leiteiro, atuando, principalmente, no Brasil Central e pretende conquistar melhor posição no mercado da inseminação artificial.

Fonte: Jornal do Comércio

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Com o Laço você pode mais! Conheça o Laço!

Uberlândia será a primeira cidade de Minas Gerais a sediar uma feira voltada exclusivamente à venda de máquinas e tecnologia para o pequeno, médio e grande produtor rural. A Feira de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas (Femec) será realizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia, entre 27 e 30 de março, no Parque de Exposições do Camaru. O lançamento dela acontecerá na manhã de hoje, durante coletiva de imprensa na sede do Sindicato Rural.
A previsão do sindicato é de que a Femec (Feira de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas) receberá 80 expositores e 20 mil produtores rurais das cidades do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e noroeste de Minas.
O presidente do Sindicato Rural, Thiago Fonseca, afirmou que a feira terá foco estritamente comercial e a presença de empresas de implementos, máquinas, equipamentos, produtores de sementes e fabricantes de veículos especializados na produção agrícola.
“Pretendemos colocar a Femec no calendário de eventos agropecuários de Minas. Além do ineditismo, a feira será importante na oferta de linhas de crédito com taxas de juros diferenciadas para os produtores, que também negociarão diretamente com fabricantes expositores”, disse Thiago Fonseca.
Segundo os organizadores da Femec, feiras idênticas já são realizadas em São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal.


Fonte: http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/uberlandia-tera-a-1%C2%AA-feira-de-maquinas/